
Se o começo fosse em preto e branco e Tom Cruise estivesse de noiva, o filme seria Kill Bill. Se durante as cenas tensas aparecesse um reloginho na tela, seria 24 Horas (tem até uma imitação de CTU!). Em vários momentos, bastava um mega hair em Tom pro filme virar Alias. Era só a atriz Keri Russel chorar um litro a mais pra ser Felicity. E naquelas cenas video-clípticas-melosas não precisava de mais nada pra ser um dos finais fofinhos de Lost.
Mas como já repeti: o filme é bacana. Muito graças a Philip Capote Seymour Hoffman como o bandido-que-é-poderoso-e-mau-mau-mau-de-verdade. Ele sim teve sucesso em uma missão quase impossível: dar peso e qualidade a uma colcha de retalhos. Muito bem escolhidos e costurados, diga-se de passagem, mas ainda assim, uma colcha de retalhos.
3 comentários:
Olá! Muito bom mesmo seu blog.
Finalmente um blog que encontrei no CokeRing que faz jus ao título de Cokemaster!
Voltarei sempre aqui, posto dicas de filmes no meu blog de sexta-feira.
Eu ainda não tive coragem (e um pouco de tempo tbm) pra assistir M:I:3, sei lá se vou.
Vamos ver como será O Código da Vinci, não espero muito.
Beijos!
hahahaha felicity ninguém merece!
:))))
Eu sou burro ou...
Não entendi o final direito. Achei meio forçado, estranho, sem graça, sem jeito, mal explicado. No resto, o filme é legal. Zinho.
abraços
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